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Quando a Elsa Encontrou Suas Raízes: Emoção, Cultura e Ancestralidade na Aldeia Aguapeú

Casamento ancestral reúne famílias, empresas apoiadoras e celebra a cultura dos povos originários em Mongaguá

Por Cleu Santos | Linkando Negócios

Algumas experiências marcam nossa memória. Outras transformam nossa alma.

Foi exatamente isso que aconteceu durante a visita à Aldeia Guarani Aguapeú, localizada em Mongaguá, no litoral paulista, onde aconteceu o emocionante casamento ancestral de Marta Fox e José Fernandes, celebrado pelo Cacique Davi Silva.

A jornada começou ainda na descida da serra rumo ao litoral. Em seguida, os participantes realizaram a travessia de barco pelo Rio Aguapeú, cercados pela beleza da Mata Atlântica. A chegada à aldeia já proporcionava uma sensação única de acolhimento, simplicidade e conexão com a natureza.

A Terra Indígena Guarani do Aguapeú é reconhecida pela preservação da cultura Guarani Mbya e representa um importante espaço de resistência cultural, preservação ambiental e valorização dos saberes ancestrais.

Um encontro com a ancestralidade

Para a apresentadora e empresária Cleonice Santos, conhecida nacionalmente como Cleu, a experiência teve um significado ainda mais profundo.

Segundo relatos transmitidos por gerações de sua família, sua trisavó era indígena e foi retirada de sua comunidade durante um período marcado por conflitos e violações dos direitos dos povos originários.

“Estar ali foi mais do que participar de um evento. Foi uma oportunidade de compreender um pouco da minha própria história e honrar aqueles que vieram antes de mim”, afirma Cleu.

Diplomata Civil Humanitária da Jethro Internacional, Cleu desenvolve trabalhos voltados ao fortalecimento de comunidades, ao empreendedorismo social e à valorização da diversidade cultural.

Uma cerimônia carregada de simbolismo

O ponto alto da visita foi o casamento ancestral de Marta Fox e José Fernandes.

Conduzida pelo Cacique Davi Silva, a cerimônia reuniu espiritualidade, tradição, respeito à natureza e mensagens de união familiar.

Em diversos momentos, os convidados se emocionaram ao acompanhar os rituais e as reflexões compartilhadas durante a celebração.

Todos os participantes receberam pinturas faciais inspiradas na cultura indígena, fortalecendo o sentimento de pertencimento e respeito às tradições locais.

Elsa na aldeia

Entre os momentos mais marcantes do dia esteve a interação com as crianças da aldeia.

Vestida como a personagem Elsa, do filme Frozen, usando um vestido azul e uma longa trança que chegava até o quadril, Cleu levou magia, brincadeiras e muitos sorrisos para os pequenos.

O resultado foi imediato.

As crianças correram para abraçar a personagem, tirar fotos, brincar e participar das atividades. Durante toda a celebração, o encantamento era visível nos olhos de cada uma delas.

Ao final do evento, uma pergunta se repetia entre os pequenos:

“Quando a Elsa volta?”

A espontaneidade e o carinho das crianças emocionaram todos os presentes e se transformaram em uma das lembranças mais bonitas da experiência.

Empresas que apoiaram a celebração

A alegria da festa também contou com o apoio de empresas comprometidas com ações de impacto social.

A FASTBALL Balões contribuiu com balões coloridos que transformaram o ambiente em um cenário ainda mais festivo e acolhedor.

A Extrusa Pack também apoiou a iniciativa, demonstrando como o setor empresarial pode contribuir para fortalecer projetos culturais, comunitários e de valorização dos povos originários.

Além das atividades culturais, os convidados compartilharam momentos de confraternização com cachorro-quente, pipoca, refrigerante e muitas conversas sobre cultura, ancestralidade e respeito à diversidade.

Uma experiência que fica para sempre

A visita à Aldeia Aguapeú deixou uma importante reflexão para todos os participantes.

Em um mundo cada vez mais acelerado, experiências como essa nos lembram da importância de preservar não apenas a natureza, mas também a memória, a cultura e os conhecimentos transmitidos pelos povos originários ao longo de gerações.

Mais do que uma visita, foi um encontro com a história, com a diversidade e com aquilo que existe de mais humano em cada um de nós.

E para Cleu, foi também um reencontro com suas próprias raízes.

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